No dia 27 de fevereiro é comemorado o Dia Nacional do Livro Didático, uma das principais ferramentas utilizadas pelos professores no processo educativo. Para ajudar quem gosta de ler, mas não tem muito tempo para ficar na rede com o livro preferido, existem opções para download de livros para o computador e até para o celular.
O Google Books é uma das principais iniciativas na área de e-books gratuitos. Fica em http://books.google.com/ emostra trechos de livros que são pagos, uma forma de dar um gosto para os leitores e incentivar a compra. Mas quem quiser, pode ler direto no celular, são mais de 1 milhão de livros disponíveis para o formato móvel.
Para acessar a busca para celular: http://books.google.com/googlebooks/mobile/
E para quem quer saber mais…
De onde veio o livro didático?
O livro didático caracteriza-se por ser uma publicação de caráter pedagógico que surgiu através de iniciativa particular de alguns autores-educadores como complemento aos livros clássicos. Utilizado nas escolas, ele busca ajudar na alfabetização, divulgação e transmissão dos conhecimentos. Sendo o principal mediador entre aluno e professor, o livro didático promove uma discussão organizada da disciplina em questão facilitando o entendimento por parte do estudante.
A trajetória do livro didático no Brasil é datada de 1929, durante o Governo Getúlio Vargas. O pontapé inicial para a criação da política oficial para o livro didático se deu através da criação do Instituto Nacional do Livro (INL), em 1937, na gestão do Ministro da Educação Gustavo Capanema. O principal objetivo do INL era legitimar o livro didático, mas também visava editar obras literárias consideradas interessantes para a formação cultural da população, elaborar uma enciclopédia e um dicionário nacional e a expandir o número de bibliotecas públicas. Alguns intelectuais como Augusto Meyer, Sérgio Buarque de Holanda e Mário de Andrade estavam ligados ao INL.
Ao longo das décadas, a política oficial para o livro didático passou por algumas adaptações, até que em 1985 foi criado o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). A iniciativa possibilita que o professor escolha o livro mais adequado aos seus alunos e ao projeto político-pedagógico da escola. Outros avanços alcançados foram a reutilização dos livros para as turmas seguintes e a introdução de critérios de produção a fim de garantir maior durabilidade e qualidade do material. Na tentativa de alcançar maiores progressos no que concerne à qualidade do material didático, acontece todos os anos um encontro técnico que reúne todos os órgãos envolvidos no processo, da avaliação à distribuição do livro didático.
(Fonte: Girassolidário)
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