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	<title>Notícias Digitais &#187; Artigos</title>
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	<description>Notícias Digitais. Tecnologia Descomplicada.</description>
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		<title>Você está pronto para o HTML 5?</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 13:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="entry-imgabre aligncenter" src="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/fotos/html-5-20100308124628.jpg" alt="Você está pronto para o HTML 5? " width="320" height="240" />Quem acompanhou o começo da web deve lembrar do quanto as primeiras páginas eram feias. O design de páginas com HTML puro era cinza, quadradão, feito na base de frames e tabelas, as animações eram arquivos GIF toscos e restava ao webmaster fazer graça com scripts inúteis. Nesses últimos anos, vários padrões e tecnologias surgiram para ajudar a linguagem, como o CSS, o Flash e o XHTML. Mesmo assim, chegou a hora de mais mudança.</p>
<p style="text-align: justify;"><img title="Mais..." src="http://www.noticiasdigitais.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><span id="more-3028"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A nova versão do padrão HTML está mais sólida, com os principais navegadores suportando suas inovações e facilitando assim a vida do designer, que poderá dispensar bibliotecas e pacotes auxiliares.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar que nem tudo funciona em todos os browsers, já que, na falta de uma especificação definitiva (que está prevista para 2012), os empresas adicionam os recursos do HTML 5 nos navegadores a conta-gotas. Conheça, a seguir, as principais mudanças que já estão aprovadas pela W3C e pelo WHATWG, as entidades que decidem o futuro da linguagem HTML.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Multimídia sem plug-in<br />
</strong><br />
O conteúdo em áudio e vídeo na web é refém dos plug-ins, como o Flash, para ser exibido. O HTML 5 prevê uma forma de contornar isso com as tags &lt;video&gt; e &lt;:audio&gt;. Falta ainda definir os tipos de codecs a ser utilizados universalmente com essas tags. Hoje, Chrome e Safari conseguem exibir filmes em H.264 e tocar áudio AAC, encapsulados num arquivo MP4. Já o Firefox, fiel aos padrões abertos, mostra só vídeos Theora e som Vorbis, dentro de um arquivo Ogg. O impasse não preocupa tanto, pois as tags &lt;video&gt; e &lt;:audio&gt; podem receber mais de um arquivo, com o browser selecionando qual é a opção compatível. Para adicionar um vídeo à página, basta usar o código &lt;video src=&#8221;meuvideo.mp4 width=&#8221;320&#8243; height=&#8221;240&#8243; controls&gt;&lt;/video&gt;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CSS arrumadinho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O novo HTML promete aposentar frames e tabelas das páginas, com o CSS efetivado como responsável para esse fim. Além disso, a versão 5 conta com tags para definir seções dos sites, facilitando a integração com as folhas de estilo. Atualmente, o normal é usar um elemento &lt;div&gt;, com seu nome indicando o tipo de seção. As novas tags são &lt;header&gt;, &lt;footer&gt;, &lt;article&gt;, &lt;section&gt;, &lt;nav&gt; e &lt;aside&gt;. Elas definem o cabeçalho, o rodapé, um artigo, uma seção (de um artigo), a barra de navegação e anotações sobre o conteúdo. Com esses elementos, é criada uma padronização que facilita a localização de conteúdo pelos buscadores e o reaproveitamento dos arquivos CSS.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gráficos nascidos na web<br />
</strong><br />
O elemento &lt;canvas&gt; permite criar desenhos usando JavaScript. Assim é possível, por exemplo, transformar dados do site em gráficos dinâmicos. A tag também serve para usar um texto ou imagem como substituto do desenho, caso o browser não tenha suporte aos gráficos dinâmicos. Nesse caso, o conteúdo alternativo fica entre e &lt;canvas&gt; e &lt;/canvas&gt;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Calendários sem erro<br />
</strong><br />
Qual é a data definida por 10/2/2010? Pode ser 10 de fevereiro, no padrão usado no Brasil, e, ao mesmo tempo, 2 de outubro, no modelo americano. O HTML 5 pode contornar essas situações com tags que definem o tipo de dados e sua formatação no texto da página web. A tag &lt;time&gt; marca hora e data e evitaria o problema descrito acima usando o código &lt;timedatetime=&#8221;2010-02-10&#8243;&gt; &lt;/time&gt;, que poderia identificar as informações do navegador e decidir qual seria a data correta, para que ela possa ser exibida no padrão do usuário.<br />
<strong><br />
Versão offline<br />
</strong><br />
Já ouviu falar no Google Gears? Ele transforma aplicativos web em programas que rodam no browser mesmo em máquinas sem conexão com a web. Essa mágica é feita pelo recurso DOM Storage, que poderá ser usado por qualquer site em HTML 5. Um ponto essencial dessa forma de armazenamento local é que o servidor remoto não pode acessar diretamente o conteúdo (diferentemente dos cookies). Somente o browser e os scripts da página acessada podem modificar o conteúdo offline. Hoje, cada browser usa um limite de espaço. O Firefox aloca no máximo 5 MB por domínio web acessado. Já o Internet Explorer libera 10 MB por base de dados criada, independentemente do domínio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Muito além dos cliques<br />
</strong><br />
Existem várias bibliotecas para habilitar o suporte ao recurso de arrastar e soltar objetos em sites. Mas no HTML 5 a coisa fica bem mais fácil. Basta definir valores para três eventos em JavaScript: <strong>dragenter</strong>, <strong>dragover </strong>e <strong>drop</strong>. Eles indicam, respectivamente, a entrada e a passagem de um elemento sobre outro, além do evento para o momento em que um item é solto. Definir um elemento da página como item que pode ser arrastado é mais fácil ainda. Basta adicionar a definição <strong>draggable=&#8221;true&#8221;</strong> a ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Via <a href="http://info.abril.com.br/" target="_blank">Info Online<br />
</a></p>


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		<title>Photoshop 20 anos</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 14:21:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Olá gente boa!!! Estamos em festa!!! O nosso bom, e quase velho, companheiro Photoshop está completando 20 anos. Até parece que foi ontem (1995) que abri pela primeira vez a versão 3, num 386 dx100mhz da Intel, com maravilhosos 8 megas de memória RAM e alguns megas de HD (hoje meu pc tem 4 gigabytes de RAM e HD de 2 terabytes)<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Para assinalar a data, a equipe de marketing da Adobe vai acolher algumas festas de fãs. Como a galara da NAPP (olha o link ai&gt;&gt;&gt; <a href="http://www.photoshopuser.com/photoshop20th">http://www.photoshopuser.com/photoshop20th</a>) As celebrações vão alastrar-se a todo o mundo e incluem uma maratona de 20 horas online com 15 gurus do Photoshop(mais um link ai&gt;&gt;&gt;&gt; <a href="http://tv.adobe.com/watch/photoshop-20th-anniversary/startup-memories">http://tv.adobe.com/watch/photoshop-20th-anniversary/startup-memories</a>). As celebrações irão ainda reunir a equipe que desenvolveu o Photoshop pela primeira vez em 18 anos. E há mesmo aplicações especiais para celebrar a data no Facebook e no Twitter. E a Adobe juntou-se à moda das redes sociais e disponibilizou um serviço idêntico para o Photoshop, onde os utilizadores podem partilhar os seus trabalhos e testar algumas aplicações. O <a href="http://www.adobe.com/cfusion/marketplace/index.cfm?event=marketplace.home&amp;marketplaceid=2" target="blank"><strong>Photoshop Marketplace</strong></a> (www.adobe.com/cfusion/marketplace ) quer transformar-se na maior comunidade de utilizadores do referido programa de edição de imagem. O serviço disponibiliza aplicações do <em>software</em> da Adobe, tutoriais sobre o Photoshop e sobre o funcionamento da Web 2.0 e permite a criação de um perfil ao estilo da rede social Facebook. A empresa quer lançar o portal completo no Verão, mas já disponibilizou uma versão beta do serviço. As ferramentas e as aplicações podem ser testadas e pontuadas pela comunidade dos utilizadores.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O Photoshop surgiu comercialmente como um software de retoque para fotografias digitalizadas em scanners. O próprio scanner era uma curiosidade rara em 1990, o primeiro que usei foi em 1997. Mas as funções de edição de imagem do primeiro e humilde Photoshop já eram poderosas e supimpas.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O talento do programa consolidou-se com a adição de recursos de design, composição e automação como reduzir as suas 1000 fotos que você fez na ida ao Paraguai e colocar no orkut. Uma vantagem importante desde o início foi a possibilidade de acrescentar funções novas através de plug-ins. Os primeiros filtros e algumas funções de edição do Photoshop continuam disponíveis na versão mais atual.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">Então vamos um pouco para a historia e vou passar alguns links dos sites comemorativos do Photoshop. <a href="http://www.photoshop20anniversary.com">http://www.photoshop20anniversary.com</a><br />
</span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.noticiasdigitais.com.br/wp-content/uploads/2010/03/030510_1320_Photoshop202.jpg" alt="" width="514" height="479" /><span style="font-family: Verdana;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.noticiasdigitais.com.br/wp-content/uploads/2010/03/030510_1320_Photoshop203.jpg" alt="" align="left" /><img src="http://www.noticiasdigitais.com.br/wp-content/uploads/2010/03/030510_1320_Photoshop204.jpg" alt="" align="left" /><span style="font-family: Verdana;"><strong>A história</strong><br />
O Adobe Photoshop começou como projeto diletante de um par de irmãos norte-americanos, fãs de fotografia por influência paterna. <strong>John Knoll</strong> era então, como ainda é hoje, um supervisor de efeitos visuais da <strong>Industrial Light &amp; Magic</strong>, a empresa pioneira fundada por George Lucas. Em 1987, ele estava investigando a possibilidade de usar sistemas computadorizados para gerar e manipular imagens de efeitos visuais para filmes. Além da computação gráfica em 3D, esperava também poder fazer retoques localizados e alterações tonais – um campo então pouco explorado da manipulação visual. Aplicações em fotografia e design nem passavam por sua cabeça inicialmente.<strong> Thomas Knoll</strong> cursava engenharia na universidade de Michigan. Estava criando em seu Mac Plus um software de processamento de imagem para sua tese de doutorado. O nome do programinha era <strong>Display</strong>, porque sua função original era simular tons de cinza na tela do Mac, que só suportava pixels totalmente brancos ou pretos.</span></p>
<p>John viu um potencial comercial ali e incentivou o irmão a colocar mais funções ao programa. Thomas trancou a faculdade e mergulhou no projeto. A primeira versão do aplicativo com uma aparência mais acabada, chamada <strong>ImagePro</strong>, rodou em setembro de 1988. Nessa altura, o software já era mais avançado que aquilo que então existia no mercado. John foi procurar alguma empresa de software no Vale do Silício para fazer um acordo de comercialização para o produto.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;">O programa, renomeado para <strong>PhotoShop</strong> (inicialmente com S maiúsculo), foi distribuído por um fabricante de scanners chamado <strong>BarneyScan</strong>. Seis meses depois, porém, os irmãos fecharam um novo acordo com a <strong>Adobe</strong>, empresa que fizera fama e fortuna com o sistema PostScript de impressão computadorizada. A Adobe acolheu o produto sem adquiri-lo, pagando royalties aos irmãos. O Photoshop da Adobe foi oficialmente lançado após dez meses de desenvolvimento adicional, em 10 de fevereiro de 1990, somente para Apple Macintosh.</span></p>
<p>A Adobe plantou o Photoshop no mercado sem pretensões exageradas, com uma confiança tranquila de que ele poderia dar frutos mais adiante. E efetivamente, o Photoshop estabeleceu-se como líder absoluto em seu segmento, obliterando muitos concorrentes, cujos nomes hoje estão esquecidos. Alguns deles, como <strong>Altamira Composer</strong> e <strong>Macromedia XRes</strong>, chegaram a ser mais avançados que o Photoshop em sua época, mas não resistiram à concorrência.</p>
<p>O sucesso da Apple e da Adobe entre profissionais de imagem digital, bem como as infinitas ramificações desse sucesso em toda a indústria criativa do mundo, devem muito ao desenvolvimento inicial do Photoshop no Mac. Mas na versão 2.0 o Photoshop também foi lançado para Windows. As duas edições do programa sempre tiveram paridade de funções.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana;"><strong>Laboratório fotográfico</strong><br />
<img src="http://www.noticiasdigitais.com.br/wp-content/uploads/2010/03/030510_1320_Photoshop205.gif" alt="" align="left" />Quando o Photoshop surgiu, a edição digital de imagem avançada era um negócio extremamente caro e restrito a sistemas dedicados. O que existia de mais avançado em seu tempo era o <strong>Scitex</strong>, equipamento de <em>prepress</em> (processamento para impressão) desenvolvido em Israel. Um scanner de mesa em 1989 custava entre 5 mil e 12 mil dólares. O BarneyScan, digitalizador de slides que trazia como brinde a primeira versão pública do Photoshop, custava US$ 5 mil. Impressoras coloridas por transferência térmica (a mesma tecnologia presente em modelos atuais da linha Xerox Phaser) saíam por até 20 mil dólares. Um Mac da linha profissional, dotado dos periféricos necessários (monitor de alta resolução, placa de vídeo, unidade externa de disco e expansão de memória) custava no mínimo uns US$ 10 mil. Tudo isso apenas para fazer diagramações preliminares que depois seriam reconstruídas ou completadas no computador de prepress, já que as máquinas de mesa ainda não davam conta de toda a tarefa.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.noticiasdigitais.com.br/wp-content/uploads/2010/03/030510_1320_Photoshop206.jpg" alt="" align="left" /><span style="font-family: Verdana;"><br />
Bastaram cinco anos para um computador de mesa conseguir produzir saída final para a gráfica e o Photoshop, então um aplicativo ainda simples e entregue na forma de três disquetes, virar o jogo e dar ao povo o poder de criar arte digital. A partir da versão 2.0, o Photoshop passou a integrar o departamento de arte das redações mais progressistas. Nada mais de deixar o processamento das imagens por conta do bureau de prepress.</span></p>
<p>A versão 3.0, com a sua concepção de camadas, alterou para sempre a cara da arte digital e consagrou-se também como ferramenta de composição. Sua chegada coincidiu com uma nova geração de PCs (Pentium) e Macs (PowerPC) muito mais poderosos e capazes de lidar com arquivos de imagem complexos. Foi também nessa época que o mercado de plug-ins de filtros criativos entrou no seu auge. Como o alienskin (<a href="http://www.alienskin.com">http://www.alienskin.com</a>).</p>
<p>A revolução seguinte foi na Web; a versão 5.5 e o programa auxiliar <strong>ImageReady</strong> vieram especificamente para otimizar a exportação de imagens GIF, PNG e JPG. Por fim, na versão 7, ele sacudiu o mundo da fotografia com o suporte a arquivos RAW de câmeras digitais. Desde então, o desenvolvimento do Photoshop teve como preocupação básica integrá-lo aos demais programas da chamada <strong>Creative Suite</strong> da Adobe, mantendo-o na sua posição de liderança indisputada.</p>
<p><strong>Hoje e além</strong><br />
John Knoll continua na ILM e Thomas permanece envolvido com o Photoshop. Sua mais recente invenção é o plug-in <strong>Camera Raw</strong>. O Photoshop também gerou duas crias importantes sob a tutela de Knoll: <strong>Elements</strong>, uma versão não-profissional, porém repleta de utilidades; e <strong>Lightroom</strong>, uma recriação completa do programa para atender especificamente aos fotógrafos.</p>
<p>A ideia do Camera Raw, um plug-in capaz de extrair e converter imagens puras (não processadas) de muitos modelos de câmeras digitais, surgiu durante uma viagem de férias de Thomas com sua família à Itália. Em vez de descansar, ele passou a viagem inteira tirando fotos de teste numa câmera profissional e refinando nelas os algoritmos matemáticos necessários. O objeto de teste usado nas fotos não era uma ruína romana ou a costa mediterrânea, mas a orelha esquerda da filha dele. Segundo Knoll, ela estava por perto a qualquer momento que ele precisasse, e a orelha era uma boa referência para tonalidades de pele humana; então, por que não?</p>
<p>Retoques em fotografias existem <img src="http://www.noticiasdigitais.com.br/wp-content/uploads/2010/03/030510_1320_Photoshop207.jpg" alt="" align="left" />desde que a própria fotografia foi inventada e sempre foram vistos como continuação natural do trabalho do laboratório de revelação. O Photoshop surgiu com ferramentas virtuais que buscavam reproduzir o ambiente do laboratório, e isso ainda pode ser visto claramente nos ícones de Crop, Dodge e Burn, por exemplo. Mas a metáfora do mundo real nunca foi dominante; o software possui uma interface bastante abstrata, que exige esforço interpretativo do usuário novato. O que não impediu que ele atingisse uma popularidade gigantesca, justificada pelos seus poderes extraordinários.</p>
<p>O Photoshop caiu na boca do povo porque, a exemplo de outros programas como Microsoft Windows e CorelDRAW, é um dos softwares mais pirateados pelos usuários individuais. Apesar das implicações polêmicas, é amplamente reconhecido que a difusão do programa por meios ilegais ajuda a mantê-lo na consciência das pessoas. Os programas de visualização de imagem que vêm instalados nos computadores novos permitem uma edição elementar, e também existem soluções gratuitas baseadas na Internet, sem necessidade de instalar nada. Mas o poder ilimitado do Photoshop prova ser, geração após geração de usuários, irresistível.</p>
<p><strong>Evolução constante</strong><br />
<img src="http://www.noticiasdigitais.com.br/wp-content/uploads/2010/03/030510_1320_Photoshop208.gif" alt="" align="right" />O nome Photoshop significa, simplesmente, laboratório de revelação de fotos, indicando a sua vocação original. Hoje, suas aplicações são muito mais amplas. Confira as maiores inovações do programa nestes 20 anos:</p>
<p><strong>•A versão 2, de 1992,</strong> ganhou a função de recorte (Path) e suporte a CMYK, sistema de cores usado para a impressão em papel. As duas funções o tornaram essencial para as artes gráficas.</p>
<p><strong>•2.5 (1993): </strong>Primeira versão disponível para Windows, além de Irix e Solaris (duas variantes de Unix).</p>
<p><strong>•3 (1994):</strong> introduziu o sistema de layers (camadas), transformando-o também num software de composição e colagem. Foi a maior inovação da história do Photoshop e eliminou da noite para o dia vários programas da concorrência.</p>
<p><strong>•4 (1996):</strong> Interface de ferramentas básica usada até hoje; camadas de ajuste; Actions (macros), um método para automatizar tarefas repetitivas.<br />
<strong><br />
•5 (1998):</strong> Paleta History permite, finalmente, voltar múltiplos passos na edição; textos aplicados passam a ser editáveis; gerenciamento de perfis de cor passa a funcionar dentro do programa.</p>
<p><strong>•5.5 (1999):</strong> Save for Web exporta imagens otimizadas para a Internet, com o mínimo tamanho possível de arquivo; Extract ajuda com recortes difíceis, como separar cabelos de fundos.<br />
<strong><br />
•6 (2000):</strong> Layers de vetores aproximam o Photoshop do Illustrator; Liquify revoluciona as edições do tipo encolhe a barriga, afina a cintura e aumenta o peito.</p>
<p><strong>•7 (2002):</strong> O plug-in de importação Camera RAW, criado pelo inventor do Photoshop, tem imenso impacto entre os fotógrafos profissionais; interface exclusiva para navegar nos arquivos é embrião do atual Adobe Bridge; ferramenta Patch melhora a vida de retocadores de retratos.</p>
<p><strong>•8/CS (2003):</strong> entre muitas inovações menores, há um recurso curioso que detecta e impede a impressão de scans de cédulas de dinheiro.</p>
<p><strong>•9/CS2 (2005):</strong> Vanishing Point, para editar objetos em perspectiva; Lens Correction melhora fotografias; Smart Objects facilita o trabalho em montagens de grande complexidade.</p>
<p><strong>•10/CS3 (2007):</strong> Interface aperfeiçoada; camadas de filtros permitem edição não-destrutiva, isto é, sem alteração direta na imagem original; novas ferramentas para análise científica; exportação direta de imagens para celulares.</p>
<p><strong>•11/CS4 (2008):</strong> Mais mudanças na interface, com a opção de abrir documentos em abas; edição de fotos diretamente pelas paletas de funções; novos recursos de zoom e canvas; suporte direto a objetos gerados por programas de desenho 3D.</p>
<p><em><strong>Matheus Almeida,  professor do Senac de design gráfico e técnico em cinema e video da Fundação de Cultura de MS</strong></em></p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>A mídia social e o fim do press release</title>
		<link>http://www.noticiasdigitais.com.br/artigos/a-midia-social-e-o-fim-do-press-release</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 14:55:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.noticiasdigitais.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Mat%C3%A9ria-ND.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2929" title="Matéria ND" src="http://www.noticiasdigitais.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Matéria-ND-242x300.jpg" alt="" width="242" height="300" /></a><br />
Quantas horas um post no Twitter leva para chegar ao rádio, televisão e jornal impresso? Assessorias de imprensa ainda não quebraram o paradigma de uma comunicação ultrapassada. <strong>Agora tudo é relações públicas.<span id="more-2925"></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos 14 anos, o mundo da informação mudou mais rápido do que nas décadas anteriores. Desde então, o analógico vem dando lugar ao digital em todos os setores. E a comunicação passa por um processo de reestruturação, pois no momento em que o <em>press release </em>completou 100 anos (2006), o que era sólido desmanchou-se no ar.</p>
<p style="text-align: justify;">O que aconteceu? A evolução da internet, conhecida como web 2.0, revolucionou as formas de comunicação das pessoas e das corporações.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje vivenciamos fenômenos como o Twitter, o microblog que permite que um cidadão comum faça chegar uma informação em tempo real, a qualquer lugar do mundo, em segundos.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente ele foi usado para alardear a morte de Michael Jackson, que seria confirmada pela mídia tradicional somente horas mais tarde.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma pesquisa realizada em julho de 2009 pela agência de comunicação Burson-Marsteller comprova que uma notícia divulgada no Twitter demora cerca de uma hora para aparecer em uma publicação online e pelo menos duas horas para sair nas emissoras de rádio.</p>
<p style="text-align: justify;">A mesma reportagem pode levar mais de duas horas e meia para ser divulgada na TV, e oito horas para sair na mídia impressa.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da rapidez espantosa com que se espalha uma mensagem através desses novos canais, o mais interessante do fenômeno das mídias sociais é que agora não são necessários intermediários: uma empresa ou pessoa pode comunicar-se diretamente com sua massa de seguidores.</p>
<p style="text-align: justify;">E os consumidores ganharam voz ativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante desses fenômenos da comunicação, cabe aos assessores de imprensa e relações públicas estudar <em>cases</em>, olhar para o público-alvo de seus planos de comunicação e criar as estratégias mais adequadas, sem medo de ousar, e ter em mente que um novo mundo requer uma nova forma de pensar.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Social Media</em> é mais do que simplesmente integrar um blog ou uma rede social ao plano de comunicação de um cliente. É a oportunidade de envolver diretamente os consumidores dos produtos da empresa-cliente que queiram comprar ou recomendar produtos e serviços à sua rede de contatos.</p>
<p style="text-align: justify;">O Twitter, assim como os blogs, as redes sociais (Facebook, LinkedIn) e sites de compartilhamento de conteúdos<em> </em>(YouTube, Flickr) são os novos veículos de comunicação usados pelo consumidor 2.0 para comentar produtos, serviços, marcas e atitudes.</p>
<p style="text-align: justify;">Engajar e inspirar esses indivíduos exige novas técnicas, metodologias e uma inegável compreensão dos usuários de blogs e redes sociais para entender porque eles se interessariam pelo produto que sua assessoria representa.</p>
<p style="text-align: justify;">A relevância da mídia digital ficou evidente no Festival Internacional de Publicidade de Cannes, que em 2009 premiou trabalhos de PR pela primeira vez.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi o engajamento espontâneo do cidadão americano que levou Barack Obama à presidência dos Estados Unidos, disse David Plouffe, gerente da campanha política premiada no evento, com os GPs de Titanium e Integrated.</p>
<p style="text-align: justify;">Reconhecendo o DNA digital da campanha, Plouffe disse que o mérito da estratégia online foi facilitar o engajamento das pessoas que queriam mudanças. O mais notável é que a metade delas nunca havia participado de atividades políticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Cases como esse evidenciam que nesta nova era da comunicação, o mais importante é atender às necessidades do leitor. Cabe aos comunicadores montar suas próprias redes sociais de relacionamento e conhecer a fundo o gosto dos leitores/consumidores com quem eles querem falar, para que nossa notícia seja bem-vinda.</p>
<p style="text-align: justify;">Parafraseando Brian Solis, autoridade em PR digital: na era digital, PR deixou de ser <em>Press Release </em>para transformar-se no que sempre deveria ter sido <em>Public Relations</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas como encontrar essa tão falada audiência? Experimentando. Todos estão aprendendo, no dia-a-dia do trabalho, com a vantagem de saber que o ser humano é um ser sociável.</p>
<p style="text-align: justify;">Como diz a monja Cohen, fazemos parte de uma grande rede social e somos responsáveis por nossos pensamentos, palavras e atos. Ao que ouso acrescentar: e pelas nossas omissões. Então, mãos à obra.</p>


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		<title>O Twitter e o jornalismo</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 18:22:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[micro-jornalismo]]></category>
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<p>O Twitter existe desde o ano passado. Criado em março de 2006 e tornado público em agosto do mesmo ano pela <a onclick="NovaJanela(this.href);return false;" href="http://www.obvious.com/">Obvious</a>, o Twitter teve um crescimento rápido ao redor do mundo. No Brasil, o site começou a se tornar popular no começo de 2007. E, desde então, muitos usos criativos têm sido observados por parte dos brasileiros no Twitter.</p>
<p>A idéia original do Twitter é a de se postar o que se está fazendo no momento. O tamanho reduzido da postagem, aliado à multiplicidade de modos de se poder atualizar, poderia levar a uma prática que beirasse ao voyeurismo. Poderia. Entretanto, a parte mais interessante do Twitter é o fato de que seus usuários têm se apropriado da ferramenta para fazer usos interessantes do sistema. Um desses exemplos é o uso do Twitter como ferramenta jornalística.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Até um mapa mundi</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Há vários outros usos possíveis para o Twitter, como para fazer a cobertura ao vivo de um evento, para notícias, para falar sobre si mesmo (a proposta inicial), para comunicação entre integrantes de um grupo de trabalho, para escrever uma história de ficção experimental em trechos de 140 caracteres, para fazer perguntas (embora os demais usuários do Twitter tenham a tendência a crer que toda e qualquer pergunta é meramente retórica), como um miniblog genérico (dá até para postar links), enfim, há uma infinidade de possibilidades. E todas elas requerem uma readaptação por parte do usuário ainda não acostumado a reduzir frases e idéias complexas a apenas 140 caracteres.</p>
<p>Um uso interessante possível para o Twitter é estabelecer diálogos coletivos de modo assíncrono. Para isso, basta colocar uma @ antes do nome do usuário para quem se quer dirigir uma determinada atualização e essa pessoa será notificada da nova mensagem. Assim, embora na prática não haja a possibilidade de se adicionar comentários a uma determinada postagem – como nos blogs –, o Twitter consegue manter a possibilidade de conversação entre indivíduos a partir do envio de mensagens direcionadas.</p>
<p>O Twitter tem a plataforma aberta, o que significa que qualquer um pode utilizar o código do sistema para buscar usos criativos. Há uma infinidade de sites e programas derivados do Twitter. Um exemplo é o TwitterDigest, que permite criar <em>feeds</em> de periodicidade diária a partir das atualizações de um número limitado de usuários (é possível, por exemplo, reunir as atualizações de mais de um jornal no Twitter em um mesmo <em>feed</em>). Há também o Twittervision, que se propõe a situar as últimas atualizações ao redor do mundo em um mapa mundi.</p>
<p><strong> </strong></p>
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<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Um breve &#8220;alerta&#8221;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Desde o final de agosto, está no ar o <a onclick="NovaJanela(this.href);return false;" href="http://www.reportwitters.com/">ReporTwitters</a>, um site dedicado a jornalistas que queiram utilizar o Twitter como ferramenta de trabalho. A idéia é mostrar os bastidores da produção da notícia através do Twitter, ou então usar o próprio Twitter como meio para encontrar e entrevistar fontes espalhadas pelo mundo.</p>
<p><img class="alignright" src="http://onlinejournalismblog.files.wordpress.com/2007/08/21stcnewsroom1.gif?w=455" alt="21stcnewsroom1.gif" width="324" height="287" /></p>
<p>Empresas jornalísticas que já utilizam o Twitter para transmitir notícias incluem o <a onclick="NovaJanela(this.href);return false;" href="http://twitter.com/nytimes"><em>New York Times</em></a>, a <a onclick="NovaJanela(this.href);return false;" href="http://www.twitter.com/cnn">CNN</a>, nos Estados Unidos, e o <a onclick="NovaJanela(this.href);return false;" href="http://twitter.com/bbcbrasil">BBCBrasil</a> e <a onclick="NovaJanela(this.href);return false;" href="http://www.twitter.com/ultimosegundo">iG</a>, no Brasil.</p>
<p>O serviço de <a onclick="NovaJanela(this.href);return false;" href="http://twitter.com/LAFD">bombeiros de Los Angeles</a> utiliza o Twitter para manter as pessoas informadas sobre incêndios. Trata-se de um uso interessante, considerando-se a possibilidade de integração do Twitter com celulares.</p>
<p>Na Argentina, desde o dia 20 de setembro está no ar o jornal <a onclick="NovaJanela(this.href);return false;" href="http://www.20palabras.com/"><em>20palabras.com</em></a>. Inspirado no sistema de publicação do Twitter, a proposta é publicar notícias que tenham no máximo 20 palavras. Para isso, o jornal conta com uma redação descentralizada – e a proposta de enviar notícias a partir do local de acontecimento do fato, por dispositivos móveis (como PDAs e smartphones) ou pela própria web.</p>
<p>Já o jornal <em>20minutos</em>, da Espanha, resolveu inovar e criar seu próprio <a onclick="NovaJanela(this.href);return false;" href="http://miniblog.20minutos.es/">serviço de micropostagens</a> –, limitado a 150 caracteres e com grandes semelhanças com o Twitter.</p>
<p>Os microblogs aparecem ainda no topo do <em>news diamond</em>, como primeiro passo da produção jornalística para a internet na proposta de redação jornalística para o século 21 feita por Paul Bradshaw, do <a onclick="NovaJanela(this.href);return false;" href="http://onlinejournalismblog.wordpress.com/2007/09/17/a-model-for-the-21st-century-newsroom-pt1-the-news-diamond/">Online Journalism Blog</a>. A idéia é a de que microblogs possibilitam que se transmita um breve &#8220;alerta&#8221; sobre o acontecimento de algum fato que, posteriormente, poderá ser desenvolvido na forma de postagem de blog, ou notícia.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Um potencial inegável</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>É fundamental aprender bem as regras de funcionamento do Twitter para poder explorar a ferramenta ao máximo. O destaque fica por conta da simplicidade. Os comandos são simples, e podem ser usados a partir do celular, de um programa de mensagens instantâneas (como o Google Talk) ou pela web. Para acessar na web do celular, basta apontar o navegador para m.twitter.com. SMS e IM podem ser configurados a partir do site do Twitter. Por enquanto, ainda não há um número de SMS no Brasil para fazer as atualizações, o que acaba encarecendo um pouco o uso do Twitter por essa via.</p>
<p>Talvez o Twitter não seja o microblog mais eficiente que existe. Há outros microblogs por aí e em todos eles é possível observar alguma utilização para fins jornalísticos. De qualquer modo, o potencial jornalístico dos microblogs é inegável, em especial para a cobertura de fatos e eventos que estejam acontecendo no momento, visto que as atualizações podem ser transmitidas em tempo real e de forma econômica e descentralizada.</p>
<p>Via Observatório da Imprensa</p>


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		<title>Lixo eletrônico em excesso</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator></dc:creator>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há mais de dez anos tem crescido enormemente o uso de dispositivos eletrônicos portáteis, como computadores, telefones celulares e tocadores de música (primeiramente CD e, depois, arquivos digitais). Um dos resultados, que a princípio não parecia preocupante, é o acúmulo de lixo.<br />
<br /><span id="more-2305"></span>
</p>
<p style="text-align: justify;">Eletrônicos hoje representam o tipo de resíduo sólido que mais cresce na maioria dos países, mesmo nos em desenvolvimento. Um dos grandes problemas de tal lixo está nas baterias, que contêm substâncias tóxicas e com grande potencial de agredir o ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Em artigo publicado na edição desta sexta-feira (30/10) da revista <em>Science</em>, pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, comentam o problema e a ausência de políticas adequadas de reciclagem.</p>
<p style="text-align: justify;">“O pequeno tamanho, a curta vida útil e os altos custos de reciclagem de tais produtos implicam que eles sejam comumente descartados sem muita preocupação com os impactos adversos disso para o ambiente e para a saúde pública”, apontam os autores.</p>
<p style="text-align: justify;">Eles destacam que tais impactos ocorrem não apenas na hora de descartar os equipamentos eletrônicos, mas durante todo o ciclo de vida dos produtos, desde a fabricação ou mesmo antes, com a mineração dos metais pesados usados nas baterias.</p>
<p style="text-align: justify;">“Isso cria riscos de toxicidade consideráveis em todo o mundo. Por exemplo, a concentração média de chumbo no sangue de crianças que vivem em Guiyu, na China, destino conhecido de lixo eletrônico, é de 15,2 microgramas por decilitro”, contam.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo eles, não há nível seguro estabelecido para exposição ao chumbo, mas recomenda-se ação imediata para níveis acima de 15,2 microgramas por decilitro de sangue.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores estimam que cada residência nos Estados Unidos guarde, em média, pelo menos quatro itens de lixo eletrônico pequenos (com 4,5 quilos ou menos) e entre dois e três itens grandes (com mais de 4,5 quilos). Isso representaria 747 milhões de itens, com peso superior a 1,36 milhão de toneladas.</p>
<p style="text-align: justify;">O artigo aponta que, apesar do tamanho do problema, 67% da população no país não conhece as restrições e políticas voltadas para o descarte de lixo eletrônico. Além disso, segundo os autores, os Estados Unidos não contam com políticas públicas e fiscalização adequadas para a reciclagem e eliminação de substâncias danosas dos produtos eletrônicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores pedem que os governos dos Estados Unidos e de outros países coloquem em prática medidas urgentes para lidar com os equipamentos eletrônicos descartados. Também destacam a necessidade de se buscar alternativas para os componentes que causem menos impactos à saúde humana e ao ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">O artigo <em>The electronics revolution: from e-wonderland to e-wasteland</em>, de Oladele Ogunseitan e outros, pode ser lido por assinantes da <em>Science</em> em <strong><a href="http://www.sciencemag.org/" target="_blank">www.sciencemag.org</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Agência Fapesp</p>


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		<title>Notícias Digitais</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"><img src="http://www.noticiasdigitais.com.br/images/stories/noticias/artigos/lucasrtigo.jpg" border="0" /> </div>
<div align="justify">
<p> A internet já se tornou um segundo lar para os brasileiros. Segundo o Ibope, o nosso povo é o que fica mais tempo conectado no mundo: dos 35,5 milhões de brasileiros com acesso à internet, em junho deste ano, a média de tempo conectado foi de 24 horas e 54 minutos por pessoa. Na web, o brasileiro tem entre seus principais interesses as redes sociais, e-mails, mensageiros instantâneos e notícias, já ultrapassando a rádio como fonte de informação.</p>
<p><span id="more-362"></span>
<p>O comércio eletrônico também vem se movimentando. Estimativas da consultoria e-bit indicam que, entre 15 e 24 de dezembro do ano passado, as vendas on-line chegariam a R$ 1,35 bilhão, 25% superiores às do mesmo período de 2007.</p>
<p>E merece destaque a quantidade de celulares por pessoa que Campo Grande tem. A teledensidade na Capital é a 11ª maior do Brasil, com 90,83 aparelhos para cada 100 habitantes. Alto índice quê se repete nos municípios do interior.</p>
<p>Mato Grosso do Sul tem um dos maiores níveis do país de pessoas online. Nosso Estado entrou desde o começo da internet comercial, em 1995, de cabeça nas possibilidades que ela trouxe e agora temos um grande número de sites e internautas passeando por eles.</p>
<p>Em nosso Estado, o jornalismo online se desenvolveu regionalizado, ganhando força com a notícia local. É o que os grandes jornais estão descobrindo agora. As pessoas entram na internet para ler o que acontece perto dela, mas por aqui isso já é sabido faz tempo.</p>
<p>Só para se ter uma idéia de como essa regionalização é forte, em um levantamento feito para um trabalho de conclusão de pós-graduação, a jornalista Sissy Cambuim identificou em 2007 mais de 150 jornais online no Mato Grosso do Sul, número que representa quase dois webjornais por município. E não se engane, apesar das grandes cidades possuírem mais de três sites de notícias, pequenas cidades também estavam representadas.</p>
<p>As vantagens dessa regionalização são muitas, e a primeira é que o jornalismo cumpre o seu papel e informa o seu leitor com o que é relevante para ele. Coisa que varia de lugar para lugar e, com essa diversidade de sites e proximidade de assuntos, é muito mais fácil fazer.</p>
<p>Também é com a produção de um noticiário local com publicação mundial, como é feito na Internet, cidades até então desconhecidas ganham seu espaço no mundo, apesar de nem sempre por boas notícias &#8211; veja Rio Brilhante (MS) e a prisão do serial killer.</p>
<p>O próximo passo é fazer as pessoas participarem mais. A palavra de ordem na internet agora é colaborar. É muito mais fácil quando todos fazem a sua parte e bons resultados vêm surgindo pela rede, de programas para computador feitos por pessoas de todo o mundo a notícias que ganham mais valor com a participação dos leitores.</p>
<p>Agora imagine o número de celulares e câmeras digitais que já existem e a quantidade de pessoas com internet e computador. Vamos supor que, a cada problema no bairro ou erro do poder público, esses cidadãos resolvam denunciar, registrar e questionar. Dessa forma, sim, eu vejo que podemos ter um município, um estado e um Brasil melhor.</p>
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<div align="justify"> </div>
<div align="justify"><em>Lucas Santiago Arraes Reino é jornalista.</em> </div>


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